Um Intervalo Verde em Compostela

📅: 2016-07-17  |  📷: NIKON CORPORATION NIKON D7000
🔆: f/7.1       |  🔍: 18.0 mm
⏱️: 1/2000 seg. |  🎚️: 100 ISO

A imagem retrata um recanto ensolarado do Parque da Alameda, o principal jardim urbano e histórico de Santiago de Compostela, na Galiza. Este espaço emblemático, que serve de pulmão verde para a cidade desde o século XIX, está estruturado em três áreas distintas: o Paseo da Alameda, a Carballeira de Santa Susana e o Paseo da Ferradura. Na fotografia, destaca-se o pavimento de pedra ladeado por relvados bem cuidados e árvores de folha caduca de grande porte, cuja copa densa projeta sombras essenciais para o conforto térmico dos visitantes. Os bancos brancos de madeira, dispostos em semicírculo ou alinhados ao longo dos caminhos, são elementos característicos do mobiliário urbano local, convidando ao descanso e à socialização, como demonstrado pelos grupos de pessoas sentadas. Mais do que uma área de lazer, a Alameda é um património cultural que alberga diversas espécies botânicas e monumentos, funcionando historicamente como a "sala de estar" nobre da cidade, onde residentes e peregrinos se cruzam num ambiente de tranquilidade arquitetónica e natural.

The image depicts a sunny corner of Parque da Alameda, the main urban and historical garden of Santiago de Compostela, Galicia. This emblematic space, which has served as a green lung for the city since the 19th century, is structured into three distinct areas: the Paseo da Alameda, the Carballeira de Santa Susana and the Paseo da Ferradura. The photograph highlights the stone pavement flanked by well-kept lawns and large deciduous trees, whose dense canopy casts essential shadows for the thermal comfort of visitors. The white wooden benches, arranged in a semicircle or lined up along the paths, are characteristic elements of the local urban furniture, inviting rest and socialization, as demonstrated by the groups of people sitting. More than a leisure area, the Alameda is a cultural heritage site that houses various botanical species and monuments, historically functioning as the city’s noble “living room,” where residents and pilgrims meet in an environment of architectural and natural tranquility.

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